terça-feira, abril 29, 2008

Novo endereço.

quinta-feira, abril 24, 2008

O tempo muda a gente o tempo inteiro.

Quem não gosta de uma mudança?
De olhar por uma janela diferente, enxergar novas paisagens.
Conhecer novas pessoas, seres diferentes, idéias antagônicas, idéias semelhantes, idéias e mais idéias e mais idéias e mais idéias e mais idéias, boas e outras nem tanto. Vale o desafio e entrar por onde nunca se viu é também dispor de coragem para se entregar ao imprevisível.
Estou constantemente me mudando, por dentro e por fora, sem hora marcada, sem data, percebendo e sem perceber.
E ficará eternizado nos anais desse blog, meus dias, meus sonhos, minhas loucuras, depravações, especulações, tristezas, alegrias, amores, aventuras, dias de céu azul, dias de chuva brilhando na janela pelo sol que conseguiu escapar por uma fresta entre as nuvens. Aqui tem cores, sabores, texturas, cheiros, gostos, e o que poderia ter se tornado um desgosto tornou-se uma crônica, uma poesia, uma canção. Nada se perde, aqui transformei, fiz mágicas, fiz verdades e desfiz mentiras, fui verdadeiro, fui falso, fui chato, mas nunca fui omisso.
Aqui descobri o prazer de ler, de escrever, de aprender, de gritar, de sorrir, de chorar.
Fui piegas, me fiz de esperto e de desinformado.
Aqui já magoei e já fui magoado.
Mas por aqui o rastro do rancor foi trocado, como se trocam as notícias de fraudes pelo país.
Fui político, anárquico, sádico, gentil, perseverante, ácido, doce, aguado, baseado, extasiado,
fui fiel.

Sim, fiel é a palavra que define minha existência.
Sou fiel aos meus desejos.
A ponto de apontar para a tela e dizer: Mas isso é clichê!!!!!

Pois fui clichê.
O que vem daqui para frente?
Posso desejar, posso me orquestrar, posso bolar uma estratégia, posso...
Ao mesmo tempo não tenho como prever exatamente como as coisas serão em palavras.
Permito-me experimentar e viver. Repetir se fizer necessário.
E contar sendo fiel novamente ao meu espírito.
Pois meu espírito está em ser como sou e quem quiser daqui a dez mil anos, independente dos novos padrões de tecnologia, estarei vivo em palavras, pois eternizei meus momentos por aqui e pretendo eternizar minhas memórias em muitos outros lugares.

Eu sei, o mundo é muito estranho
e pra ser feliz aqui, temos que encarar que nos perdemos.
Nada é sempre igual, as flores crescem no jardim.

Da luz eu sou, na luz eu me movo.
Saravá.

www.bloglog.com.br/ticosantacruz

Estou aqui.


Tico Sta Cruz no início de uma nova era.

terça-feira, abril 22, 2008

Salve Jorge !!!!!

João Pessoa, 23 de abril de 2008


Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos,
tendo pés não me alcancem,
tendo mãos não me peguem,
tendo olhos não me vejam
e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão,
facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar,
cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.
protegendo-me em todas as minhas dores e aflições,
Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, oxalá.

Saravá OGUM

São Jorge Rogai por Nós.

Tico Sta Cruz

segunda-feira, abril 21, 2008

Mais lenha na fogueira



Debate sobre a legalização das drogas.

Tico Sta Cruz

domingo, abril 20, 2008

Pesadelo

Tenho tido pesadelos com o caso da menina Isabella.
Não vou colaborar com mais letrinhas nesse mar de sensacionalismo e especulações que se tornou essa história desde de o ocorrido. Às vezes acho que imprensa torce por uma tragédia como essa para vender mais e mais jornais, para manter os anunciantes em seus noticiários com índices altíssimos de audiência. É claro que a todos nós interessa que seja esclarecido um crime tão inimaginável como esse, mas tenho sentido uma angustia exagerada tentando imaginar cada cena que antecedeu essa bizarrice. O Fato é que todos os dias em vários lugares desse país pais matam filhos, filhos se matam entre si e matam seus pais, pais de uns matam filhos dos outros, filhos dos outros matam os pais de alguém e assim vamos vivendo a idade média em pleno século XXI.
Pergunto-me se mudou alguma coisa de nossos antepassados para cá ou se simplesmente com o aumento da tecnologia e dos abrangentes meios de comunicação que nos colocam 24 horas on line com essas informações, passamos a ter mais acesso à natureza da natureza humana.
O ser humano é tão brilhante em alguns momentos e tão estúpido e cruel em outros. Esse mundo é realmente assim.
Tenho tido muitos pesadelos com a menina Isabella. Sonhos horríveis. Para nós que temos filhos é praticamente impossível cogitar algo como o que estão nos dizendo que aconteceu. Cheguei a torcer para que o pai e a madrasta não fossem os responsáveis por tamanha brutalidade, no entanto eles não tem mais por onde fugir.
Choro por dentro pois sei que a menina é só mais uma em meio a este mar de ignorância e violência que permeia nosso mundinho.
Infelizmente a vida nesse planeta é assim e fazer contato com isso para mim é o mesmo que estar constantemente tendo meu rosto esfregado numa bacia de vísceras.

O que é a raça humana?

Tico Sta Cruz

terça-feira, abril 15, 2008

Revirando o passado.

Estive remexendo umas coisas antigas. Textos, músicas, poesias, desabafos, cartas, milhares de escritos que tenho desde comecei a escrever. Sempre guardei tudo, guardo até hoje. É o meu tesouro. Embora não seja saudosista ou mesmo nostálgico tenho um imenso carinho por esse material. Separei uma música antiga, que inclusive está cifrada que é do ano de 1995 e uma crônica que escrevi para o jornal da escola no ano de 1994.

Publicarei ambas neste blog antes da mudança.
Começo hoje com a música.

Título: “Eu sei”
( acho que sempre fora um título bem comum)

Eu não acredito num amor sem compromisso
Sem intenção.
Eu não acredito numa guerra sem abrigo.
Sem proteção.

Eu consigo acreditar, sei mentir.
Também sei sofrer
Sempre que posso sigo em frente sem saber por quê.
Eu sei, mas não vou admitir.

As pessoas mentem a verdade e acreditam no que não vêem.
Fingem sua solidariedade, sentem pouco e falam sempre o quê?

Que a culpa é do outro.
Que o erro não é seu.
Não admitem as fraquezas e recorrem a Deus.
Eu também recorro, mas não vou admitir.

Criam estórias e personagens, criam monstros para se divertir.
E quando o final se aproxima ninguém quer admitir.
Eu já não consigo mais me olhar e não ter vergonha.
Faço parte dos boçais que investe mas não sonha.

É claro que eu sonho, mas não vou admitir.

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Escrito em 1995 aproximadamente.

Tico Sta Cruz


quarta-feira, abril 09, 2008

Vamos dançar ao som da música.



Entrando no Clima.

Tico Sta Cruz

Ado ado ado cada um no seu quadrado!!!!!